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>> A Sexualidade das Crianças |
>> Como colocar limites nas crianças |
>> Terror Noturno |
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Maria Cristina Capobianco
Mestre em Psicologia Clínica pela PUC-SP,fez especialização em Psicanálise de adultos e crianças no Instituto Sedes Sapientes, SP. Trabalhou nos Hospitais, São Paulo, Hospital do Câncer A.C. Camargo, Hospital Municipal Infantil Darcy Vargas e Hospital Umberto I trabalhando os aspectos emocionais de crianças com enfermidades nas áreas de gastropediatria, neoplasias, pneumologia, nutrição hepatologia entre outras e as doenças psicossomáticas. Desenvolveu o trabalho clínico com famílias de trabalhadores para atender os efeitos do trabalho dos pais nas relações familiares.No consultório, utiliza atividades artísticas como um meio de abordar os conflitos das crianças. Membro do Departamento de Psicanálise do Instituto Sedes Sapientes.Escreveu o livro, “O Corpo em OFF”, Editora Liberdade, 1998. |
:: Matérias |
:: A SEXUALIDADE DAS CRIANÇAS |
DO NASCIMENTO AOS 7 ANOS
Vivemos num momento e que se ouve falar muito sobre sexualidade infantil e abuso sexual e observo que muitos pais e outros cuidadores sentem-se confusos em relação ao que pode ser considerado um desenvolvimento sexual “normal” em crianças e adolescentes.
Ao mesmo tempo, as crianças ficam expostas a conteúdos sexuais transmitidos pela mídia desde muito cedo que afetam e às vezes aceleram ou atropelam a curiosidade e o interesse das crianças em relação à sexualidade, conseqüentemente elas começam a imitar comportamentos sexuais de pessoas adultas sem compreender exatamente o sentido do que estão fazendo.
De fato a sexualidade e as brincadeiras sexuais são processos naturais e saudáveis que acontecem desde a tenra infância até a adolescência. Quando nascemos nossa percepção é toda sensorial e é pelo corpo que sentimos o mundo. Os primeiros contatos da mãe com o bebê no banho, na amamentação e todos os outros carinhos, as trocas de olhar e o ninar fazem com que ele sinta muito prazer e se sinta vivo. Para bebês e crianças até ao redor de 4 anos de idade, a sexualidade envolve uma ampla variedade de sensações corporais, expressões de afeto e carinho, toques, chupar o dedo, o coco e o xixi assumem todos os tipos de poderes mágicos, brincar com brinquedos, brincar de médico e paciente ou a curiosidade em relação aos órgãos sexuais dos animais, etc. A curiosidade e as brincadeiras sexuais são alguns dos principais motores responsáveis pelo despertar da aprendizagem e nos indicam que está ocorrendo um desenvolvimento infantil sadio e criativo.
As crianças descobrem o prazer genital muito cedo e tocam seus genitais descobrindo o prazer das sensações. Mesmo os meninos já desde nenês têm ereções.
Entre os 5 aos 7 anos as crianças se interessam pelas partes do corpo e pelas diferenças sexuais. A curiosidade pelos órgãos do sexo oposto desperta uma excitação e freqüentemente aparecem às brincadeiras e risadas em relação aos aspectos, tamanho, etc. Nestas ocasiões as crianças precisam receber orientação e saber que é muito sofrido sentir que está sendo desqualificado. Nesta hora é importante assinalar que o que eles querem no fundo é conhecer melhor como funcionam as diferentes partes do corpo deles e do sexo oposto. Neste período podem aparecer às brincadeiras sexuais e os conceitos de afeto e amor começam a aparecer, evoluindo para questões e comportamentos que continuam desenvolvendo-se até por volta dos 8-9 anos. Surge todo tipo de perguntas no sentido de como nascem os bebês e como entram na “barriga da mãe”. É fundamental responder às perguntas de forma clara e evitar as respostas evasivas.
Como outros aspectos do crescimento, o comportamento sexual se desenvolve com o tempo. Há comportamentos sexuais que devem ser analisados e não ignorados ou vistos como simples brincadeiras sexuais porque podem refletir um sinal ou sintoma de algum conflito interno e é desta forma que a criança pede ajuda.
Quando uma criança se envolve em brincadeiras sexuais que não são acolhidas pelos outros ou quando são repetitivas ou ocupam a maior parte do tempo livre da criança, é importante aproximar-se da criança e tentar entender o que está acontecendo.
As meninas tentam imitar as mães e os meninos aos pais numa tentativa de compreender estes papéis e crescer deixando para trás os comportamentos mais infantis; às vezes o que acontece é que eles copiam o que vem na TV como sendo aspectos dos papéis feminino ou masculino e confundem a fantasia com a realidade. Às vezes, recebendo uma explicação que existe uma diferença entre o que fazem os adultos e o que fazem as crianças, pode ajudar a aliviar os sentimentos das crianças |
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Children’s Sexuality |
From birth to 7 year olds
As we live in an age when childhood sexual abuse and victimization is increasingly on our minds, I’ve noticed that parents (and other caretakers) are somewhat confused as to what could be considered "normal" sexual development and behavior in children and teenagers. Besides, the influence of TV and Internet also may affect children’s behavior and very often kids start imitating what is shown in the media, without really grasping what it means.
In fact, sexual development and sexual play are natural and healthy processes in children, from toddlers through childhood and into adolescence. For infants and toddlers, this usually involves a wide variety of body sensations,, cuddling and touch, thumb sucking, evacuation, playing with toys, playing doctor and patient, or curiosity about pets’ sexual organs, etc.
Even in the earliest of days, babies and toddlers touch and rub their own genitals, and even as infants boys experience erections. By early school age (5-7), children are interested in body parts and functions. They are very interested in sexual differences, girl’s and boy’s body parts. Making fun of the opposite sex’s sexual organs often takes place. In these occasions, children need to be guided and shown how painful it is to be teased, and point out that what they are really interested, is in getting to know how their bodies work.
Some sexual play may begin, and concepts of love and affection begin to develop, evolving into behaviors and questions that continue developing into later childhood (8-9 years old).
All sorts of questions arise in the sense of how babies are born and get into their mummies’ tummies.
Like other areas of growth, children's sexual behavior develops over time, and many behaviors are normal for children at certain ages. On the other hand, there are sexual behaviors about which we should be concerned, are worrisome, and should not be ignored or seen as child's play.
Other sexual behaviors are more serious and may be dangerous to the child and others. Nevertheless, when a child engages in sexual behaviors, it can be difficult to decide when the behavior is natural and healthy, and when it may reflect a sign or symptom of some conflict that should be looked into.
Children and adolescent behavior are of concern when they are extensive or suggest preoccupation, or involve others in ways that are not consensual. That is, sexual behaviors in children present a special concern when they appear as prominent features in a child's life, or when sexual play or behaviors are not welcomed by other children involved in the play.
At an early age children learn by imitating, and very often they copy what they see on TV without really grasping the extent of what is shown. Sometimes, by explaining that there is a difference between what adults do and what children do, can be helpful, and relieves children feelings.
When talking to children it is essential to avoid expressions that may inflict shame, guilt or fear of sexual curiosity, and what is most important is to understand what the child is experiencing and what he or she is processing through sexual behavior. |
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:: SAIBA COMO COLOCAR LIMITES NAS CRIANÇAS |
Na atualidade existe certa desorientação dos pais em relação à autoridade que exercem sobre seus filhos. De três gerações para cá, verifica-se uma mudança radical e significativa na posição dos pais quanto à colocação dos limites e das regras disciplinares em seus filhos. Se por um lado até as décadas de 40 e 50, a maneira de educar os filhos seguia uma direção vertical, na qual os pais exerciam sua autoridade de cima para baixo sem maiores questionamentos. A geração seguinte, a partir do final dos anos 60, incomodada pelo autoritarismo, ao assumir o lugar dos pais agiu no extremo oposto, optando por mais permissividade. Os textos de psicologia desta época orientavam os pais quanto aos perigos potenciais da repressão de atitudes e comportamentos, no que tange a construção da personalidade, à criatividade, à saúde como um todo.
A IMPORTÂNCIA DA COLOCAÇÀO DE LIMITES
A falta de limites tem conseqüências negativas para a criança e seu desenvolvimento. “A criança que não aceita regras, seja para jogar um jogo, para andar no ônibus, para se comportar na escola, terá dificuldades para conviver com os outros”, afirma a psicóloga Maria Cristina Capobianco.
Os limites ajudam a criança a tolerar frustrações e adiar sua satisfação. Ela tem que apreender a esperar sua vez, a compreender que existem outros e que precisa compartilhar. A insuficiência de limites, pode conduzir a uma desorientação, a uma falta de noção dos outros, de respeito, à criminalidade em alguns casos extremos.
De acordo com a psicóloga, colocar limites não significa ser autoritário, mas sim ter autoridade. Através da colocação de limites os pais ensinam a criança a respeitar-se e a respeitar os outros.Dizer “não” para uma criança, e ensinar-lhe que ela também pode dizer não, quando alguém quiser lhe impor atitudes ou comportamentos. Na medida em que os pais percebem as necessidades da criança, as identificam e as apontam, ela poderá também identificar quais suas próprias necessidades e como respeitar seu próprio corpo.
A psicóloga alerta que é muito importante saber dizer não para a criança.”Se uma mãe percebe que seu filho está morrendo de sono e precisa dormir, e ela é firme e lhe disse que é hora de dormir, mesmo que ele resista aos poucos ele poderá identificar seu próprio cansaço e a necessidade do corpo de descansar. Existem muitos adultos que não ouvem as mensagens do próprio corpo, dor, cansaço, fadiga, e passam por cima dos limites do corpo, o que freqüentemente provoca stress e adoecimento. Por outro lado, é comum ouvir as jovens hoje em dia dizerem não saber como dizer “não”, a um namorado que deseja ter uma relação sexual”, explica a terapeuta.
Colocar limites não significa privar de liberdade. Quanto mais cedo, os pais colocarem os limites de forma afetiva e com segurança de propósitos menos problemas terão na puberdade e na adolescência, fase na qual as crianças se revoltam contra as imposições desmedidas e transgridem aquilo que é insuportável.
É importante que os pais dialoguem com os filhos e expliquem quais os propósitos dos limites. Se mesmo assim as crianças não obedecerem, às vezes é necessário colocar sanções, com o intuito das crianças se responsabilizarem pelos atos e pelas suas decisões.
Se um pai superprotege seu filho, evita colocar limites e dizer não a todas suas vontades, o prejudica, pois seu filho demorará para se tornar um adulto capaz de aceitar as regras da sociedade. A tarefa de dizer não, por outro lado, inicia-se desde o nascimento. A importância do “não” e do estabelecimento de limites é fator organizador na formação da personalidade de todo ser humano. Desde ao redor de um ano de idade aproximadamente a criança precisa aprender a ouvir a palavra “não” e o os pais de pronunciá-la.
As crianças passam pela “fase do negativismo”, na qual a criança fala quase compulsivamente a palavra “não”, testando sua força diante da autoridade do adulto, pai ou mãe. Com esse comportamento as crianças estão experimentando até onde podem chegar e até onde os pais deixam ir.
As crianças precisam de regras claras, objetivas e coerentes colocadas com segurança e na hora certa. O estabelecimento de limites não é tarefa fácil, mas muito mais complicado é mantê-los. Ter de enfrentar o choro, resmungos, esperneio e a sensação provocada pela criança de que somos pais “maus” e injustos é difícil de tolerar. É fundamental conhecer quais os recursos mentais da criança em cada faixa etária. Por exemplo, antes dos 4 ou 5 anos é quase impossível esperar que uma criança compreenda e aceite as regras de um jogo. Ela vai querer jogar e ganhar toda vez. Obrigá-la a aceitar regras antes do tempo seria um limite absurdo. Porém, a partir dos 6 anos a criança já terá adquirido a capacidade para aceitar as regras e a vez dos amiguinhos.
Quando a criança é pequena, ela não sabe o que lhe faz bem e o que é prejudicial para sua saúde; são os pais e professores que aos poucos precisam ir ensinando-lhes estes valores, colocando limites, dizendo “não”, para que ela possa apreender por si só e se tornar autônoma, conhecendo seu próprio corpo.Também, para que as crianças entendam a importância dos limites é fundamental, que os pais sejam coerentes, fazendo ou deixando de fazer aquilo que foi proibido para a criança fazer. |
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Raising Kids: the importance of setting limits |
Children need and want guidance and limits until they can depend on themselves to make appropriate choices. Children depend on their parents to set the limits for them in the beginning.
Rules about what is acceptable — from obeying curfews to calling in to tell you where they are later on— make children feel loved and secure. They are not meant to limit children´s creativity or force them into rigid molds, but instead are put in place to keep kids and teenagers safe and to show them the way towards responsible behaviors. In order for kids to behave as their parents prefer, theyhave to know what is expected of them.
Newborns to 12-month-olds are too young to understand boundaries. Parents or caregivers can provide security by offering love, cuddling, protection and redirection. One- to three-year-olds can understand "No" and that consequences follow their behaviour. Children of these ages sometimes say "no" just to hear it come out of their mouths. They may become extremely defiant at the age of two.
Sometimes provocative attitudes are not easily understood by parents. What looks like rebellious behavior may actually be your child's attempts to become more independent. Children start out testing their own limits when they are babies, by trying out their voice, meddling with adults objects, and your limits as they approach the end of their first year ("Can I throw my toys on the floor or will Mommy get angry?"), and then the limits of other authorities as they reach preschool age ("If I scribble on the wall, will the teacher yell at me?").
It's through these daily struggles with limits that children develop a sense of their own identity, and the willpower, assertion, perseverance, and confidence that go with it.
Parenting children and teenagers is by no means an easy affair; it requires a balance on one hand of encouraging independent growth and on the other, keeping them in check so that they don’t make decisions that can have detrimental effects on their entire lives.
Children test parents´ boundaries by whining, pouting, or cruel words like, "You are the meanest mommy." Your children will always figure out exactly how to push your buttons, and press you to give in. It is important to withstand the test.
This is probably the toughest thing a parent faces. The displeasure caused by your firm "No" and the consequence when a boundary is crossed is critical for your child to experience in order to learn. Your child is depending on you to be mature and strong in the face of his/her emotions.
Parents sometimes feel they have to be their children´s friends, and forget that their main task is to be their parent — firm and fair, good listeners, offering love and limits. Your reasonable limits and consistent care and setting of limits trigger a greater, sense of security and love within your child. |
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:: Terror Noturno: Crianças com dificuldades para dormir pode ser sinal de transtorno |
Os pesadelos são comuns na infância e têm seu pico durante o período entre três e cinco anos. Eles podem ser tornar tão intensos que são incluídos no DSM como um transtorno do sono, chamados de terror noturno.
Pode ser caracterizado um episódio de terror noturno a criança que acorda gritando, gesticulando e chorando. Ela se agita pedindo ajuda aos pais na tentativa de se livrar das fantasias que o atacam, explica a psicóloga Maria Cristina Capobianco.
Segundo o DSM.IV, a característica essencial do Transtorno de Terror Noturno é a ocorrência repetida de terror durante o sono, representada por um despertar repentino, geralmente começando com um grito de pânico. Geralmente o terror noturno inicia durante a primeira terça parte do principal episódio de sono e dura cerca de 1 a 10 minutos. Os episódios são acompanhados por excitação e manifestações comportamentais de intenso medo. Durante um episódio, é difícil despertar ou confortar o indivíduo mas, se a pessoa é despertada após o episódio de terror noturno, nenhum sonho é recordado, ou então existem apenas imagens fragmentadas e isoladas.
“Em crianças expostas a situações violentas, perdas de pessoas significativas, abuso sexual, acidentes, pode ocorrer uma intensificação destes pesadelos como um sinal ou sintoma que algo dessa experiência foi traumático e precisa ser melhor processado, são uma forma de lidar com as situações angustiantes, com as mudanças e transformações na vida”, afirma a psicóloga Maria Cristina Capobianco.
O terror noturno não é necessariamente um sinal de patologia e pode ocorrer por diversos motivos, como uma forma de reagir a: uma mudança de escola, a separação dos pais, à perda de um bicho de estimação, a conflitos com irmãos, as dores do crescimento, entre outros fatores, afirma à psicóloga.
“Os sonhos e os pesadelos a pesar de trazer sofrimento e angustia, trazem informações preciosas daquilo que está perturbando a criança, às vezes o terror que permanece depois de uma noite de pesadelo pode acentuar na criança sentimentos de insegurança e perda da autoconfiança durante vários dias seguidos. Elas podem adquirir insônia, agravar o medo do escuro, de dormir e sonhar”, ressalta a psicanalista.
Há varias formas de ajudar a criança a restaurar sua capacidade de dormir e perder sua fobia de sonhar se resgatamos e aproveitamos o potencial terapêutico que os sonhos carregam dissolvendo o feitiço deixado pelo sonho. O sonho traz através da simbologia uma luz que aponta para aquilo que no dia a dia está afligindo a criança e ela não pode expressar. Não é necessário que a criança viva sozinha o peso da lembrança deixada por um fantasma sem forma ou o pânico de ser engolida pelo lobo com caninos afiados.
Se os pais estão dispostos a ouvir estes relatos sem apavorar-se ou sem desvalorizá-los, estarão escutando o inconsciente da criança que traz algum apelo de ajuda. Para ajudar a criança a lidar com estes pesadelos, os pais podem utilizar recursos como a representação de papeis, como se fossem os personagens de uma história. A criança pode ser o monstro, os pais outra figura, e podem inventar um novo desenlace para a trama. Devolver a criança seus poderes mágicos para lutar contra estes bichos assustadores e ajudá-la a encontrar meios criativos para vencê-los. “A tarefa dos pais é a de reassegurar a criança e estimulá-la a explorar seus próprios recursos criativos para enfrentar os dilemas, desta forma reforçarão sua habilidade para brincar com as imagens, orienta Capobianco.
Em alguns casos, quando as tentativas dos pais de reassegurar a criança não dão certo, a participação de um psicólogo é interessante, pois pode impedir que a criança se sinta ameaçada e fragilizada pelos conflitos desta fase. Os sonhos e pesadelos também podem apontar para dificuldades na dinâmica familiar.
Os estudos demonstram que quando as crianças crescem, os pesadelos perdem sua intensidade e sua freqüência na medida em que elas passam a dominar seus medos. Em momentos de estresse ou de crise familiar os pesadelos podem se tornar mais freqüentes como meio de avisar que sua ansiedade está transbordando e que se sentem pouco seguros. Não é necessário que os pais interpretem os sonhos, ouvi-los, demonstrar empatia, ficar juntos e abraçá-los já são passos terapêuticos fundamentais, afirma à psicóloga. |
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